Aditivos químicos

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Manter a saúde hoje é um desafio quase impossível, pelos males da evolução industrial.

Uma verdadeira explosão de aditivos químicos marcou a passagem da alimentação natural à alimentação industrializada. Armazenamento, estocagem, conservação e distribuição de alimentos exigiram o uso desses produtos.

Os aditivos são substâncias acrescentadas aos alimentos para alterar sua cor, sabor, textura, aroma, prevenir sua deterioração e prolongar sua vida de prateleira.

Estudos científicos mostraram que de 30 a 50% das crianças com sintomas de hiperatividade apresentaram uma melhora em seu comportamento quando alimentos ricos em aditivos químicos, particularmente corantes, foram eliminados da sua alimentação.

O uso desses corantes muitas vezes é desnecessários – o objetivo é apenas embelezar o produto, visando atingir principalmente o consumidor infantil, que é muito atraído pelas cores.

O nitrito de sódio ou de potássio, usado para dar a bela cor avermelhada das carnes, pode formar substâncias cancerígenas.

O agravante é que não se coloca nos rótulos dos produtos a quantidade de aditivos, nem qual quantidade seria tolerada pelo homem.

 

Aditivos químicos nos alimentos e quais os seus efeitos negativos em nossa saúde

1- Aromatizantes: dores de cabeça, alergias respiratórias ou de pele, retardo do crescimento, perturbações metabólicas variadas, diminuição da resistência.

2- Corantes: estão diretamente relacionados com hiperatividade em crianças, alergia, asma. Há ainda a possibilidade de serem cancerígenos.

3- Conservantes: podem ser tóxicos para o sistema nervoso, irritar a mucosa digestiva e as células que revestem a bexiga. Possivelmente ligados à formação de tumores vesicais.

4- Antioxidantes: interferem no metabolismo, aumentam a incidência de cálculos renais, têm ação tóxica sobre o fígado e causam reações alérgicas, descalcificação e redução da absorção do ferro.

5- Flavorizante: alergias, alteração do comportamento.

 

Consumo restrito ou evitado 

1- Gorduras hidrogenadas: doenças vasculares e obesidade.

2- Açúcares e adoçantes: obesidade, cáries, diabetes, hipoglicemia, triglicérides (gordura na corrente sanguínea) candidíase.

3- Aspartame e sacarina: hiperatividade, problemas de comportamento, alergia (o governo desaconselha seu uso para crianças e gestantes).

4- Farinhas refinadas: desbalanceamento dos carboidratos, alterações na produção da insulina.

5- Sal (em excesso): retensão de líquidos no corpo e aumento da pressão arterial.

6- Olestra (uma qualidade de gordura artificial): diarreia e distúrbios digestivos.

 

Sim, manter a saúde é quase impossível hoje; contudo, manter-se informado e analisar cada produto é um caminho para fugir de certos riscos.

Quando for comprar, procure examinar os alimentos, aprenda a ler os rótulos e seu significado, para saber o que está levando para casa como alimento.

E, sempre que possível, vamos utilizar os elementos que a natureza nos oferece, desfrutando dos seus inumeráveis aromas e sabores naturais.

 

Abraços a todos,

Jane

 

O conteúdo deste post é de inteira responsabilidade do autor.

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